{"id":375,"date":"2016-11-03T15:06:09","date_gmt":"2016-11-03T19:06:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jaideresbell.com.br\/site\/?p=375"},"modified":"2016-11-03T15:07:18","modified_gmt":"2016-11-03T19:07:18","slug":"estoria-pra-boi-dormir","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.jaideresbell.com.br\/site\/2016\/11\/03\/estoria-pra-boi-dormir\/","title":{"rendered":"EST\u00d3RIA PRA BOI DORMIR"},"content":{"rendered":"<p>EST\u00d3RIA PRA BOI DORMIR<\/p>\n<p>Veio do alto, n\u00e3o sei se do c\u00e9u, parecia, mas n\u00e3o sei. Crian\u00e7a, uma forma parecida com crian\u00e7a? Foi no p\u00e9 que dava o amor e l\u00e1 tinha muitas coisas, mas n\u00e3o havia nenhuma com o nome amor. Correu, no caminho cortou lenha, jogou assim para pegar na volta. Sabia, ningu\u00e9m levaria sua lenha. Seguiu rio acima, pisando pedras proeminentes. O brilho n\u00e3o era mais de diamantes e sim do alum\u00ednio dos cascos das canoas, do auge garimpeiro. Tudo seco, a beleza agora era negra, cinza, poeira e desola\u00e7\u00e3o, merc\u00fario. Correu, flechou o parente, olhou e n\u00e3o teve l\u00e1grimas. Nasceu mais um, caiu assim na folhagem e se enterrou ali mesmo. Brotou algo no lugar e todos esperavam a esperan\u00e7a, mas as folhas tinham espinhos, t\u00edpicas das terras \u00e1ridas. Pelejou, fez uma ferramenta, de l\u00e1 saiu uma m\u00fasica, do toque um ser surgiu o engoliu. Andou na barriga do monstro, mas n\u00e3o era monstro era s\u00f3 outro valor atribu\u00eddo, outro equ\u00edvoco. N\u00e3o teve apego. Sem saudade n\u00e3o h\u00e1 mem\u00f3ria. O que h\u00e1 para comer? Nada. Ent\u00e3o correu mais um pouco, achou uma folha, sorveu at\u00e9 a cura virar veneno e, de novo, entrou no transe. Pariu, j\u00e1 tinha corpo, gerou e soltou no mundo. Ele me convidou: vamos brincar de pensar. Regra n\u00famero um, n\u00e3o pode se ofender. Vai doer, mas s\u00f3 vale aprender. Traz sua caixa de coisas. Me d\u00e1. Eu disse: toma. Me passa a sua. Ele me deu um olho, arrancou o olho e me deu enrolado assim numa folha. Abri e l\u00e1 n\u00e3o tinha nada, o olho estava no lugar. Perdi, pensei. Ele ouviu e me disse, parente, quem s\u00e3o voc\u00eas makuxi? Leia, t\u00e1 tudo a\u00ed na caixa. Agora vire, \u00e9 minha vez de bater. E eu disse, pensando, voc\u00ea me enganou. Venha aqui, deixa eu ver esses olhos que voc\u00ea j\u00e1 me deu. Arregalando os olhos dele, joguei pimenta jiquitaia. O parente ensaiou um choro. Eu li a regra n\u00famero um novamente. Ele foi ca\u00e7ar porcos. Eu disse: calma parente, me d\u00ea aqueles ossos da cabe\u00e7a que voc\u00ea jogou e n\u00e3o fez colar. Agora, entendo o sentido dos dentes. Bati as caveiras da cabe\u00e7a de queixada uma contra a outra e os porcos vieram das bandas do norte, da borda da floresta, que agora era cidade. Vieram e pousaram. Os porcos eram gente e disseram: parentes, esperem, vamos dormir, amanh\u00e3, voc\u00eas comem a gente. Mas n\u00e3o deu tempo. As mulheres cantavam na madrugada, mas madrugada era s\u00f3 um valor a mais atribu\u00eddo; uma mania taxativa de fatiar o tempo. Ele se afastou, juntou as penas de cujubim, mutum, arara, borboleta, beija flor, avi\u00e3o e fez um outro ser. Todos queriam ir, mas ele disse: fiquem a\u00ed, eu ainda n\u00e3o conhe\u00e7o esse povo makuxi. Mas ele conhecia muito bem, estava s\u00f3 brincando de pensar, e imaginava como seria n\u00e3o ser makuxi. A lua entrou na brincadeira. Desceu bem baixo, mordeu beiju, molhou na damurida e espirrou. Assim nasceu pimenta em toda a extens\u00e3o, em ambos lados do rio. As pimentas fizeram uma reuni\u00e3o, reivindicaram panelas de barro. Foram chamar vov\u00f3, que dormia na c\u00e1psula depositada na nuvem escura que passava para derreter, l\u00e1 na frente, em chuva \u00e1cida. Vov\u00f3 desceu e o barro j\u00e1 estava pronto. Vov\u00f3 babou a ponta do dedo e tocou no barro, mil pulgas pularam como pipoca e, da coceira, da poeira da pele co\u00e7ada, surgiram as panelas de barro. O cora\u00e7\u00e3o pulsava, bombeava \u00e0s c\u00e9lulas as m\u00ednimas informa\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas, coisas cobi\u00e7adas, de alto valor intergal\u00e1ctico. Chegavam aos milhares. Aprenderam de fato o sentido da gratid\u00e3o. Traziam coisas, coisas sagradas, preciosas. Depositavam aos meus p\u00e9s como se fosse seus chefes. Eu dizia: saiam todos daqui, eu n\u00e3o sou o chefe de voc\u00eas. No novo tempo, n\u00e3o h\u00e1 chefes, nem certificados, nem p\u00edlulas contraceptivas. Agora, ele sabia, andava de olhos vendados na plena luz. Espinhos se dobravam, curvas alinhavam, buracos nivelavam, feridas, nem cicatrizes. Jacamim chegou com mi\u00e7angas min\u00fasculas nas finas pernas. Ficou assim acocorado, s\u00f3 olhando mesmo. N\u00e3o era arte, era complemento, completude, exatid\u00e3o. Bebeu tucupi puro, arrotou, apanhou ing\u00e1, estava verde, cuspiu. Era s\u00f3 pra limpar os dentes, pois ia ter festa. J\u00e1 era tarde, o mundo dos ignorantes tardava. O atraso, o que era o sentido do atraso? Entre ele havia o puro e pureza n\u00e3o era exatamente o que cabia em conceitos. A festa era silenciosa, no fundo da rede, no \u00edntimo, uma festa particular. Gozou, do gozo, sorriu e alardeou. Mataram-no, pois n\u00e3o era permitido felicidade. Chamou o macaco guariba, montou nas costas dele e foram tricotar, fofocar mesmo era o que queriam. No caminho, se distra\u00edram e n\u00e3o fazia mais sentido o tric\u00f4. Bordar, talvez, busquem os teares. Correram, voltaram com as varas lizas, armaram e jogaram cores nas fibras. Fibras \u00f3pticas, coisas de um passado remoto. Ao relento, era sereno, serenava luz, p\u00f3 de diamante. Foi pra terra onde os brancos. Era s\u00f3 pra aprender a ler, mas, ele, tocou viol\u00e3o, tomou cacha\u00e7a, caiu no forr\u00f3. Maliciou-se, fumou ervas, cheirou outras ess\u00eancias. Na viagem, caiu de volta em casa e uma boa paulada lhe trouxe a si. Estava de fato em casa. Agradeceu com outra paulada. Logo formou-se uma fila para levar pauladas dele. Suas pauladas eram doces, a\u00e7\u00facar da cidade. Escrevia, mas n\u00e3o era escritor. Lia, mas n\u00e3o era leitor. Orava, mas n\u00e3o tinha deus. Foi pro terreiro jogar milho aos pintos. Mulheres cruzavam o ar com seus jamaxins. Charmosas sorriam para ele, mas eles anestesiou todas elas, viraram pedras, brincou de Makunaima. Foi vender seus feitos, botou altos pre\u00e7os, fez magia, compraram sem piscar. Ganhou dinheiro, ganhou diversos mundos. Era besta, voltou pra dividir. Os outros eram sacanas, tomaram todos seus bens e ele somente sorria da triste engana\u00e7\u00e3o. Agora estava na beira, viu um beb\u00ea banhar o outro e, sem cerim\u00f4nias, vestiu o outro ser e foi pro mundo das \u00e1guas. Respirou, n\u00e3o era pra respirar e, novamente, ele viu nascer o imposs\u00edvel. Viu todas a suas m\u00e3es, elas tiravam leite das vacas. N\u00e3o o deixavam mam\u00e1-las, eram demais vaidosas. Foram no posto buscar rem\u00e9dio, estavam viciadas em vacinas. Colecionavam agulhas, coisas coloridas. Furavam os dedos e de l\u00e1 sa\u00edam carac\u00f3is, casas nas costas; hora de mudar. Amanhecia e ele a digitar, estava em alfa, bebeu mais ainda caxiri. Raspou mandioca, peidou e nem fedeu. Foi descansar, recebeu massagens nos p\u00e9s. Substitu\u00edram seus carrapatos, aqueles j\u00e1 estavam velhos. Queriam mesmo um chefe, havia de ser ele. Mas ele era pregui\u00e7oso, terceirizou o servi\u00e7o. Reinou, no final, sem nada fazer. Como podia? Foi na miss\u00e3o na calada da noite, trocou os vers\u00edculos da b\u00edblia e os mission\u00e1rios perderam sua raz\u00e3o. Todos almo\u00e7aram mission\u00e1rios e os ossos viraram caldo. Depois, peneiraram os ossos em peneira de arum\u00e3. Amarraram juntos os ossos, dedos mindinhos viram colares, e foram. Depositam as urnas no local e, agora, queriam um presidente. Foram se cadastrar. Nos programas sociais, seus nomes estavam na lista. Mas eram nomes de portugueses e seus olhos se enganaram. Voltaram, cruzaram a avenida. Um se atrasou, o carro bateu e, l\u00e1 mesmo, ficou. A gordura virou asfalto, o cheiro dobrou as esquinas. Entraram nos guetos, encontraram os africanos e com eles foram pra beira do mar. L\u00e1, apontaram assim e surgiu uma grande ub\u00e1. Entraram, de manh\u00e3, estavam do outro lado. O chefe negro tinha imensos dentes, de porcos, os av\u00f3s dos javalis. Deram meia volta no pesco\u00e7o da girafa e apontaram por norte com manadas de cavalos selvagens. Boiaram no Surumu a ponto de ainda ver a divis\u00e3o celular. Chegaram mais presentes, agora carne moqueada, e aquele mundo de floresta j\u00e1 n\u00e3o existia. Tinha um casamento, n\u00e3o tinham fraque, ficaram de fora, viraram ornamento. Foram dados de presente aos noivos inf\u00e9rteis. Clamavam por justi\u00e7a, \u00e0 toa. Encontraram outros povos, armaram a tenda, queriam ver teatro, e viram no fundo da arena do Caracaran\u00e3. Tinha muito caju, mas n\u00e3o tinha makuxi pra fazer mocoror\u00f3. Foi ent\u00e3o que se viu, no espelho d\u2019\u00e1gua, e lembrou, sim, era makuxi. Mas faltava a cuia para servir. Foi na fazenda cuieira, roubou um bezerro, bebeu o sangue. Viu algo assim a se mexer. Puxou a folha e era a inveja adormecida. Tapou os buracos do nariz dela com tabaco, ela explodiu a gargalhar. Com ele ningu\u00e9m podia, n\u00e3o tinha passado, nem rastro deixava, e condenou todos os ataques de canaim\u00e9. Voltou com as cuias, soltou o gado, desfez as fazendas, queimou os currais, as pontes, as fam\u00edlias sem tradi\u00e7\u00e3o que empesteavam a paisagem. Devolveu o lugar, foi o primeiro. Acreditava na educa\u00e7\u00e3o, pelos exemplos, pensou, eles v\u00e3o prosperar. Mas que nada, mudaram alguns pra cidade. Agora, moravam em bairros e tinham piercings no umbigo. Dan\u00e7avam a dan\u00e7a do ventre. Estavam felizes e plenos no escambau do mundo al\u00e9m tropical. Mundanos. Mudamos. Na privada, n\u00e3o tinha papel apenas jornais locais e livros sobre Papillon, Rondon, Koch Grunberg e um inacabado chamado Antes do c\u00e9u cair. O cachorro latiu. O sat\u00e9lite caiu bem assim, abatido. Chegava o tempo da grande guerra, pra restabelecer a paz. Antes, veio o inverno, molhou a p\u00f3lvora e ele teve a resposta. Recobrou a lucidez e foi posto na catequese. Mentiu, roubou a h\u00f3stia, bebeu o vinho, comeu o padre. Foi embora mais uma vez. Decidido a n\u00e3o mais voltar, n\u00e3o se despediu, apenas sumiu no campo de caimb\u00e9s. Estava exausto, queria presentear seu olhos. Subiu pra copa das \u00e1rvores. Pediu um drone e veio mesmo foi o urubu e, novamente, o levou pro c\u00e9u. Sabia, j\u00e1 havia vivido aquilo, mas foi, mesmo assim, era de ir. Apertou o terceiro andar, queria pegar umas coisas. A TV estava ligada, l\u00e1, ele se viu. Parou, puxou um fumo e desligou o aparelho. Tudo mentira, riu, esse povo n\u00e3o sabe nem brincar.<\/p>\n\t<div class=\"quickshare-container\">\r\n\t<ul class=\"quickshare-genericons monochrome quickshare-effect-spin quickshare-effect-expand\">\r\n\t\t<li class=\"quickshare-share\">Compartilhe:<\/li> \r\n\t\t<li><a href=\"https:\/\/facebook.com\/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fwww.jaideresbell.com.br%2Fsite%2F2016%2F11%2F03%2Festoria-pra-boi-dormir%2F&amp;t=EST%C3%93RIA+PRA+BOI+DORMIR+<+JAIDER+ESBELL\" target=\"_blank\" title=\"Share on Facebook\"><span class=\"quickshare-facebook\">Facebook<\/span><\/a><\/li>\t\t<li><a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=http%3A%2F%2Fwww.jaideresbell.com.br%2Fsite%2F2016%2F11%2F03%2Festoria-pra-boi-dormir%2F&amp;text=EST%C3%93RIA+PRA+BOI+DORMIR+<+JAIDER+ESBELL\" target=\"_blank\" title=\"Share on Twitter\"><span class=\"quickshare-twitter\">Twitter<\/span><\/a><\/li>\t\t\t\t<li><a href=\"http:\/\/linkedin.com\/shareArticle?mini=true&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.jaideresbell.com.br%2Fsite%2F2016%2F11%2F03%2Festoria-pra-boi-dormir%2F&amp;title=EST%C3%93RIA+PRA+BOI+DORMIR&amp;source=JAIDER+ESBELL&amp;summary=EST%C3%93RIA+PRA+BOI+DORMIR+Veio+do+alto%2C+n%C3%A3o+sei+se+do+c%C3%A9u%2C+parecia%2C+mas+n%C3%A3o+sei.+Crian%C3%A7a%2C+uma+forma+parecida+com+crian%C3%A7a%3F+Foi+no+p%C3%A9+que+dava+o+amor+e+l%C3%A1+tinha+muitas+coisas%2C+mas+n%C3%A3o+havia+nenhuma+com+o%26hellip%3B\" title=\"Share on Linkedin\" target=\"_blank\"><span class=\"quickshare-linkedin\">Linkedin<\/span><\/a><\/li>\t\t<li><a href=\"https:\/\/plus.google.com\/share?url=http%3A%2F%2Fwww.jaideresbell.com.br%2Fsite%2F2016%2F11%2F03%2Festoria-pra-boi-dormir%2F\" target=\"_blank\" title=\"Share on Google+\"><span class=\"quickshare-googleplus\">Google+<\/span><\/a><\/li>\t\t<li><a href=\"http:\/\/tumblr.com\/share\/link?url=http%3A%2F%2Fwww.jaideresbell.com.br%2Fsite%2F2016%2F11%2F03%2Festoria-pra-boi-dormir%2F&amp;name=EST%C3%93RIA+PRA+BOI+DORMIR+<+JAIDER+ESBELL&amp;description=EST%C3%93RIA+PRA+BOI+DORMIR+Veio+do+alto%2C+n%C3%A3o+sei+se+do+c%C3%A9u%2C+parecia%2C+mas+n%C3%A3o+sei.+Crian%C3%A7a%2C+uma+forma+parecida+com+crian%C3%A7a%3F+Foi+no+p%C3%A9+que+dava+o+amor+e+l%C3%A1+tinha+muitas+coisas%2C+mas+n%C3%A3o+havia+nenhuma+com+o%26hellip%3B\" title=\"Share on Tumblr\" target=\"_blank\"><span class=\"quickshare-tumblr\">Tumblr<\/span><\/a><\/li>\t\t<li><a href=\"http:\/\/reddit.com\/submit?url=http%3A%2F%2Fwww.jaideresbell.com.br%2Fsite%2F2016%2F11%2F03%2Festoria-pra-boi-dormir%2F&amp;title=EST%C3%93RIA+PRA+BOI+DORMIR+<+JAIDER+ESBELL\" title=\"Submit to Reddit\" target=\"_blank\"><span class=\"quickshare-reddit\">Reddit<\/span><\/a><\/li>\t\t<li><a href=\"http:\/\/stumbleupon.com\/submit?url=http%3A%2F%2Fwww.jaideresbell.com.br%2Fsite%2F2016%2F11%2F03%2Festoria-pra-boi-dormir%2F&amp;title=EST%C3%93RIA+PRA+BOI+DORMIR+<+JAIDER+ESBELL\" target=\"_blank\" title=\"Share on StumbleUpon\"><span class=\"quickshare-stumbleupon\">Stumble Upon<\/span><\/a><\/li>\t\t\t<\/ul>\r\n\t<\/div>\r\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EST\u00d3RIA PRA BOI DORMIR Veio do alto, n\u00e3o sei se do c\u00e9u, parecia, mas n\u00e3o sei. 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